Corte de custos: dos mais leves aos mais radicais.

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Todas as famílias, em algum momento, já se viram diante da necessidade de realizar corte de custos nas finanças da casa, seja por motivos mais simples, como contenção de exageros nos gastos, ou objetivos mais complexos, como a compra de algum bem, ou mesmo a travessia de situações delicadas de inadimplência, por exemplo.

Portanto, para que mais pessoas possam ser bem-sucedidas ao economizar nas contas do lar, preparamos este post com dicas práticas para serem aplicadas em diferentes contextos de corte de custos — dos mais leves, aos mais radicais. Acompanhe!

Corte de custos domésticos simples

Mesmo que as finanças estejam caminhando bem, é válido refletir sobre maneiras de aplicar melhor o dinheiro todo mês, pois a situação financeira de qualquer pessoa é sempre passageira, e por isso requer atenção constante para não haver retrocessos.

Nesse sentido, a boa prática é revisar em detalhes quais as principais despesas mensais da família, e assim obter ideias de como otimizar o uso do dinheiro. Veja algumas:

  • evite comprar por impulso;
  • enxugue a quantidade de canais de TV por assinatura;
  • escolha destinos econômicos para viagens de lazer;
  • pte por veículos cujo seguro e IPVA sejam mais baratos e não consuma tanto combustível.

Principalmente quando há certa estabilidade financeira na família, é comum que algumas compras desnecessárias sejam feitas — muitas vezes, por impulso — e acabem comprometendo parte importante da renda, que poderia ser mais bem empregada, por exemplo, em aplicações financeiras.

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O importante é destinar bem os recursos economizados pelo corte mensal de custos domésticos, de modo que, em longo prazo, eles possam ser aproveitados por toda a família de diversas formas, como no custeio de estudos, numa viagem, em algum período mais delicado para regularizar a situação financeira ou, até mesmo, num plano privado de previdência para o período da aposentadoria.

Corte de custos com vistas a objetivos financeiros

Geralmente, as pessoas que têm em vista objetivos financeiros específicos se esforçam para desenvolver o hábito sadio de cortar custos desnecessários e reduzir momentaneamente o padrão de consumo da casa, a fim de atingir logo o alvo das economias.

Nesses casos, as tomadas de decisão de compra ficam mais criteriosas, e, por vezes, o melhor preço é priorizado em detrimento da melhor qualidade. Nem sempre é fácil convencer a família a aderir a um novo estilo de vida, (mais econômico), por isso, é preciso esclarecer a finalidade de cada medida de redução de custos e conversar sempre sobre dinheiro e situação financeira com seu marido/esposa e filhos.

Veja mais alguns insights de como cortar custos para atingir objetivos de consumo em curto e médio prazo:

  • abra mão do telefone fixo e tv por assinatura e escolha planos econômicos de telefonia móvel;
  • procure diminuir os valores das contas de consumo (energia elétrica, supermercado etc.);
  • disponha de um cardápio semanal de refeições e faça compras com base nele para evitar desperdícios;
  • pte por lazer mais econômicos como shows gratuitos, passeios ao ar livre, etc.

Com um objetivo de compra bem definido à frente, cada centavo economizado passa a ter um valor especial em casa. Pode ser trocar ou adquirir um veículo, conquistar o sonho da casa própria, sanar dívidas, enfim, embora cada plano tenha seu preço, é a disciplina diária em reduzir gastos que vai contribuir para tornar esses objetivos reais.

A organização das finanças e o planejamento das atividades da rotina doméstica assumem papéis fundamentais na jornada de economia familiar, pois tais atitudes permitem que a situação das contas da casa seja entendida com clareza, tanto pelo histórico de movimentações, quanto pelas previsões para os meses seguintes.

Com o tempo, à medida que o exercício para redução de despesas vai sendo incorporado ao comportamento de cada um, a família aprende várias lições valiosas, sendo a principal delas a humildade, que consiste em levar uma vida simples, honesta, porém capaz — ainda que de forma modesta — de alcançar com êxito as principais aspirações do lar, como viver em paz junto daqueles a quem se ama e desfrutar diariamente do fruto do trabalho de cada um.

Corte de custos domésticos radicais

Seja em razão de desemprego, doença ou qualquer outro motivo, todo mundo alguma vez já foi afetado por momentos de escassez de recursos. Quem está nessa situação, geralmente, é influenciado a fazer cortes mais drásticos no orçamento doméstico, para não entrar em situação de inadimplência ou para sair dela.

Em ocasiões delicadas desse tipo, é preciso "cortar na carne", isto é, adotar medidas extremas de corte de custos, tais como:

  • abrir mão, temporariamente, do plano de internet residencial;
  • evitar fazer refeições fora de casa;
  • utilizar transporte público, em vez de veículo próprio;
  • recorrer ao sistema de saúde público, em vez de convênio médico;
  • reduzir significativamente os gastos no supermercado;
  • considerar opções de aluguel e de condomínio mais em conta.

Tais medidas, num primeiro momento, afetam diretamente a qualidade de vida da família, mas devem ser compreendidas como um caminho necessário a ser seguido, para que em pouco tempo as contas da casa retornem à normalidade.

O dinheiro economizado pelos cortes de gastos poderá ser utilizado, por exemplo, na quitação de compromissos em atraso e na manutenção de despesas correntes. Se a família tiver dívidas altas pendentes, distribuídas entre vários credores, a melhor alternativa é buscar uma negociação, pois assim é possível reduzir de forma significativa principalmente os encargos gerados pelo tempo de atraso.

Vale destacar, outra vez, a importância de todos na residência estarem cientes do porquê das mudanças radicais no consumo, para que possam se empenhar na causa inclusive as crianças., afinal, como falamos acima, a situação financeira de todas as pessoas é provisória, e não definitiva.

Portanto, por meio do corte de custos na gestão financeira doméstica, quem vive um momento de prosperidade tem a opção de revisar os gastos para continuar progredindo; quem tem estabilidade, reduzindo um pouco aqui e ali, conquista fôlego para ir mais longe; e quem vive um momento delicado deve ser reorganizar para retomar o rumo do crescimento.

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