Chega de desculpas! 7 dicas que irão alavancar sua vida!

7 minutos para ler

Chega de desculpas! Sempre fazemos aquilo que priorizamos. Quando algo realmente faz sentido para nós, ultrapassamos obstáculos, vencemos barreiras e pagamos o preço para sermos bem-sucedidos. Já quando um compromisso soa como não sendo tão importante, facilmente encontramos explicações para deixá-lo em segundo plano.

Você pode estar se perguntando: ora, isso é absolutamente normal e acontece com todo mundo, então, onde está o problema? De fato, não existe problema em priorizar determinados assuntos em detrimento de outros, desde que as prioridades sejam capazes de inclinar para bons rumos a vida da pessoa e da sua família.

Portanto, se você deseja refletir sobre meios de viver mais intensamente, de aproveitar oportunidades que nascem nas relações do cotidiano, de vencer a procrastinação (o famoso "empurrar com a barriga") e de construir um futuro brilhante por meio de um presente memorável, continue acompanhando este post até o final!

1. Acorde!

Aqui, um rápido exercício de autoanálise é necessário e exige bastante sinceridade na resposta: como você se coloca no mundo? Com ação e autonomia ou de forma acovardada e passiva? Você aceita desafios ou se esconde deles? Figurativamente, em relação à sua vida, você age como o capitão da embarcação ou como mero marinheiro?

Por meio dessa reflexão é possível chegar à conclusão de que se quisermos mudar algo em nós, temos de mudar primeiramente nossa postura diante do mundo que nos rodeia, pois quando assumimos a liderança da nossa jornada, despertamos para o fato de que nosso potencial é bem maior do que imaginávamos, mas precisa ser lapidado.

2. Aja!

Para explorar a amplitude por vezes escondida do potencial de cada um, nada melhor que a tomada de atitudes e a autodeterminação de mudança. A pessoa que "sai da zona de conforto" assume uma nova posição no meio e, assim, atribui ainda mais significado à sua própria existência, haja vista que a ação tem poder, e a ação certa, mais ainda.

Toda atitude direcionada sutilmente para objetivos já inicia o processo de mudança. Então, ninguém precisa ter um plano totalmente elaborado para começar a agir; basta começar pelos deveres diários e naturalmente outras responsabilidades começam a surgir para compor a nova fase de vida — mais ativa e compromissada.

3. Autorresponsabilize-se!

Quem se autorresponsabiliza não se vitimiza e nem vive dando desculpas por aí, pois a autorresponsabilidade é a capacidade racional de trazer para si a culpa por tudo o que ocorre na sua vida, por mais que os resultados alcançados até então possam aparentar estar fora do controle e da capacidade de ação imediata.

Sendo assim, diante de qualquer tropeço, a pessoa não culpa os outros e nem as circunstâncias, mas tem capacidade de identificar as falhas que cometeu e mudar de rota, a fim de obter resultados diferentes. Pessoas com esse perfil geralmente são atentas, dispostas, comprometidas e têm uma visão direcionada a objetivos.

4. Foque!

Focar significa selecionar prioridades e, diante disso, surge a questão: em que colocar o foco, se existem tantas coisas que merecem atenção? As particularidades da vida de cada um, por definição, determinam suas prioridades, mas, em linhas gerais, a resposta dessa questão pode ser mais bem explorada por meio de outras duas reflexões pontuais.

Primeiro, é preciso pensar quais são os sonhos de vida que, com certeza, mediante trabalho e determinação, ainda podem (ou merecem) ser alcançados. Segundo, refletir sobre quais são os problemas e limitações pessoais que precisam ser resolvidos para que não haja mais distração e as metas de vida sejam alcançadas rapidamente.

Relacionar em tópicos as ideias que brotarem desse exercício permite uma visão mais clara da situação que a pessoa terá de enfrentar a partir de então — caso esteja disposta a assumir uma postura positiva diante das circunstâncias atuais. Assim, se forem encontrados pontos realmente difíceis de resolver, fica mais fácil pedir ajuda.

5. Comunique-se!

Principalmente diante de situações delicadas, que exigem soluções complexas e que fogem à nossa capacidade, uma boa prática é deixar o orgulho de lado, ser humilde e comunicar as necessidades às pessoas certas. Reconhecer e assumir as próprias falhas e limitações, bem como buscar apoio de outros, faz parte do caminho do crescimento.

A pretexto de não expor fraquezas pessoais, muitos são influenciados a "passar sozinhos pelo deserto". Trata-se de um comportamento arriscado, pois, estando só, é natural que a força para a ação seja menor. Consequentemente, os avanços se tornem cada vez mais lentos e os esforços menos carregados de motivação.

6. Questione!

Questionar, nesse sentido, é o mesmo que confrontar a situação e empenhar-se de verdade para mudá-la. Logo, fazer boas perguntas é tão importante quanto obter respostas precisas, uma vez que as respostas ficam "presas no tempo" em que foram dadas; já as perguntas são atemporais, ilimitadas e, portanto, maiores em grandeza.

Em outras palavras, uma resposta pode valer para uma situação específica, mas uma pergunta, para muitas. Então, ao recolher conselhos, dicas e orientações de toda sorte, é necessário receber com paciência e absorver com cautela, pois tudo é passível de questionamento e pode ser aprimorado por uma reflexão mais detalhada.

Eis alguns exemplos de questionamentos que podem ser feitos em situações desse tipo:

  • conselho que recebi é o melhor para mim?
  • que querem que eu faça é adequado ao meu contexto de vida?
  • quem me aconselhou está preocupado com meus medos, inseguranças, ambições e desejos?
  • que estão dizendo para eu fazer transgride minhas crenças e valores pessoais?

Obviamente, as muitas possibilidades não se esgotam em poucos questionamentos. A finalidade desse exercício, porém, é testar quais informações e influências a que somos expostos diariamente, de fato, são relevantes para nosso atual momento de vida e, sobretudo, para a construção de um futuro próspero em todos os sentidos.

7. Creia!

Esse tipo de crença difere da religiosa e tem a ver com os estímulos intelectuais que movem as pessoas à ação. A programação mental decorrente das crenças de cada indivíduo (ainda que inconscientemente) é muito poderosa. Alguns acreditam, inclusive, que tudo o que fomos, somos e seremos na vida seja produto do que cremos e aceitamos como verdade.

Com base nesse pensamento, além de focar crenças construtivas e motivadoras, cabe também um esforço para eliminar as limitantes, como "não consigo", "isso é muito difícil para mim", "um estilo de vida abundante não é para pessoas como eu", etc. — tais pensamentos, muitas vezes, podem estar impregnados na mente da pessoa sem que ela sequer perceba.

Em contrapartida, a adoção de crenças positivas, alicerçadas na realidade, nas expectativas e nas verdadeiras possibilidades da vida de cada um, permite que as pessoas assumam posturas mais determinadas, tenham objetivos claros e bem definidos e sigam em frente com ousadia rumo às suas realizações pessoais.

Dificuldades aparecerão, com certeza. Mas, chega de desculpas! Mãos à obra, esse deve ser o lema! Concorda? Deixe seu comentário!

Posts relacionados