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Dinheiro e Saúde Mental: Entenda a Relação!

A situação financeira de uma pessoa pode gerar grandes impactos à sua saúde física e mental. Por isso, é importante entender a relação entre dinheiro e saúde mental e como você pode melhorar sua vida financeira.  Você tem medo de conferir seu saldo no banco? Não consegue dormir direito pensando nas contas que precisa pagar? […]

Dinheiro e Saúde Mental: Entenda a Relação!

A situação financeira de uma pessoa pode gerar grandes impactos à sua saúde física e mental. Por isso, é importante entender a relação entre dinheiro e saúde mental e como você pode melhorar sua vida financeira. 

Você tem medo de conferir seu saldo no banco? Não consegue dormir direito pensando nas contas que precisa pagar? Fica nervoso só de pensar nas despesas do mês?

Então pode ser que a sua relação com o dinheiro esteja afetando a sua saúde mental. 

Mas calma, isso é muito comum e você não está sozinho nessa.

De acordo com uma pesquisa que realizamos entre julho e agosto de 2021 com mais de 1.200 de nossos consumidores, as dívidas têm impactado diretamente a saúde mental e emocional dos brasileiros, 7 em cada 10 pessoas relataram que tiveram ou ainda tem alterações de humor (72%) ou sono (71%), além de ansiedade (67%) e baixa produtividade nas tarefas do dia a dia (62%). 

NEGOCIE SUAS DÍVIDAS

Os problemas financeiros podem afetar nossa saúde como um todo, tendo impacto ainda mais profundo na saúde mental.

E, assim como a saúde financeira atinge a nossa saúde mental, a saúde mental afeta nossa saúde financeira, gerando uma bola de neve em torno dessas questões.

Por isso, confira algumas dicas para começar a colocar suas finanças em ordem e evitar que seu dinheiro se torne um problema para a sua saúde mental.

Dinheiro e saúde mental

Como evitar que as finanças afetem a saúde mental?

A nossa saúde é impactada de diversas maneiras, afinal de contas, nós somos humanos únicos e nossa vida é composta por diferentes aspectos importantes para sermos quem somos. 

Entretanto, a situação financeira de uma pessoa pode agravar outros pontos de dificuldade em sua vida, levando-a a ter pensamentos negativos em relação à sua vida, por exemplo, ou aumentando os quadros ansiosos, depressivos ou de estresse.

Neste caso, a pessoa entra em um ciclo que parece não ter fim: começa a ter maior dificuldade para administrar suas finanças pois sentimentos de medo e preocupação tomam conta e prejudicam suas decisões.

NEGOCIE SUAS DÍVIDAS

Por outro lado, sua situação financeira piora e sua saúde física e mental é afetada.

Se você teme por suas finanças e sente que a relação dinheiro e saúde mental está complicada, veja algumas dicas para ter uma relação mais saudável com o dinheiro:

1 – Tenha calma

Antes de qualquer coisa, respire. Decisões tomadas no meio de estresse e ansiedade costumam não receber a reflexão que merecem.

É preciso respirar fundo, fazer um bom orçamento, analisar sua situação e planejar o que pode ou não ser cortado da sua rotina. 

Lembre-se que você só pode atuar diante daquilo que está sob o seu controle, então tome a rédea dos seus gastos e procure não sofrer por antecipação com problemas futuros.  

2 – Planeje-se

Um grande medo relacionado à ansiedade é achar que o dinheiro não vai chegar até o final do mês. Mas você não pode chegar a essa conclusão do nada. Muitas vezes, o dinheiro está indo pelo ralo por motivos bobos e você nem sabe.

Para saber o que está acontecendo com seu dinheiro, monte o seu orçamento e entenda quais são os seus gastos mensais.

Pegue todas as despesas fixas (aquelas que saem da sua conta todo mês e possuem um valor fixo como aluguel, internet, prestação do apartamento, etc.) e as despesas variáveis (aquelas que você não sabe os valores exatos como luz, alimentação, transporte, etc.), coloque na ponta do lápis e some tudo. 

NEGOCIE SUAS DÍVIDAS

Depois disso, pegue toda a sua receita (salário, trabalhos extras) e faça a mesma coisa. 

Com essas informações em mãos, veja se sua receita é maior do que as despesas e o que está realmente levando seu dinheiro embora. 

3 – Procure negociar suas dívidas

Em nossa pesquisa realizada entre julho e agosto de 2021 com mais de 1.200 de nossos consumidores, 41% das pessoas que possuem dívidas, tem como maior preocupação não conseguir prover o básico para a família, como moradia e alimentação.

Se você se encontra nessa situação, é hora de buscar ajuda para negociar suas dívidas e limpar o seu nome de uma vez por todas. 

O primeiro passo é descobrir o tamanho das suas dívidas. Para isso, você deverá consultar seu CPF nos serviços de proteção ao crédito ou em empresas de renegociação de dívidas.

Com o apoio de empresas como a Acordo Certo você consegue quitar suas dívidas com até 99% de desconto e condições especiais.

4- Seja realista

Depois de montar o seu orçamento mensal, você vai conseguir entender qual é a sua realidade financeira. 

Encare essa realidade de frente e adapte-se à ela.

Ou seja, se suas despesas mensais estão ultrapassando a sua receita mensal, é hora de analisar que cortes você pode fazer sem afetar suas necessidades básicas. 

Não tenha vergonha da sua realidade. Lembre-se que você precisa fazer o que você pode com as possibilidades que têm ao seu dispôr para não entrar em uma bola de neve e se enrolar em dívidas. 

E se você está endividado, lembre-se que essa é uma situação momentânea e que para tudo na vida há uma solução. 

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5 – Monte a sua reserva financeira

Para quem sofre com ansiedade, uma boa maneira de manter a calma em relação ao dinheiro é saber que há uma reserva financeira para casos de emergência. 

Com a chegada do coronavírus, vimos que a estabilidade profissional praticamente não existe. Uma crise mais pesada pode afetar qualquer emprego.

Portanto, separe pelo menos 10% de cada renda mensal para montar sua reserva de emergência. Se você fez um serviço por R$100, guarde R$10. O importante é guardar.

Tente chegar a um montante que seja correspondente ao valor que você gastaria durante 6 a 12 meses. Com isso, caso você perca o emprego ou aconteça algum imprevisto, poderá contar com esse dinheiro para cobrir os seus gastos. 

Conclusão

Se você chegou a um estágio onde sua saúde mental está muito afetada é fundamental manter a calma e buscar soluções realistas para organizar suas finanças. 

Além disso, não tenha medo ou vergonha de procurar ajuda psicológica! Lembre-se que precisamos estar bem física e mentalmente para conseguirmos lidar com as situações do nosso dia a dia e tomar decisões inteligentes, inclusive em relação ao nosso dinheiro.

É importante lembrar também que a vida está em constante movimento. Mesmo as situações mais difíceis servem de muito aprendizado e construção de novas oportunidades. 

Então, se você está enfrentando problemas em relação a dinheiro e saúde mental, siga as dicas acima e não tenha receio de recomeçar.

2 respostas para “Dinheiro e Saúde Mental: Entenda a Relação!”

  1. Avatar for Ana Rita Amorim Ana Rita Amorim disse:

    Obrigada pela dica!
    Empresa como acordo certo, contribuem com a saúde física e mental de seus clientes. Se sua saúde mental estiver bem seu físico estará também. Dicas de planejamentos e organização para quem quer sair do vermelho ou evitar que isso aconteça, é muito importante para uma vida financeira saudável .

    • Avatar for Williane Williane disse:

      Obrigado pelo comentário, Ana! Ficamos muito felizes em saber que nosso conteúdo está sendo relevante para você!
      Continue nos acompanhando 🙂

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