Para que possamos entender os principais produto e serviços financeiros pessoais, vamos lembrar algumas ideais do nosso glossário.

Poupar é guardar dinheiro (manter no bolso), crédito e empréstimo são dívidas, dinheiro que usamos de outro alguém e investimento é comprar algo que gera mais dinheiro.

Agora, com essas ideias em mente, vamos olhar os produtos e serviços financeiros mais comuns para guardar dinheiro e tomar empréstimos.

1. Conta poupança é como nosso cofrinho

O banco nos dá um espaço para guardar nosso dinheiro. Da mesma forma que não tiramos o dinheiro de um cofrinho o tempo todo, o dinheiro da nossa poupança não deve ser utilizado para as compras do cotidiano.

Para nos incentivar a guardar esse dinheiro nos seus cofres (ao invés do nosso porquinho), o banco nos paga uma taxa de juros, ou seja, ganhamos dinheiro por poupar. Isso acontece porque o banco usa o nosso dinheiro enquanto está guardado na conta poupança.

Mas não se preocupe – o governo federal protege todo o seu dinheiro até R$100.000. Então, mesmo que algo dê errado, você vai sempre receber seu dinheiro de volta.

Como ganhamos juros sobre o valor guardado nessa conta, é importante manter nosso dinheiro parado lá, sem o movimentar muito. É recomendado retirá-lo somente quando houver um grande imprevisto ou quando atingirmos o objetivo da poupança.

2. Conta corrente é como nossa carteira

É um outro tipo de conta no banco, com mais flexibilidade. Assim como a nossa conta poupança é o nosso cofrinho, nossa conta corrente é onde guardamos o dinheiro para gastar no dia-a-dia, como a nossa carteira.

Dela, podemos pegar e colocar dinheiro a qualquer momento e fazer pagamentos com facilidade. Da mesma forma que o governo protege nossa conta poupança, ele também protege o dinheiro na nossa conta corrente. Além disso, a conta corrente nos dá mais uma vantagem: um cartão de débito.

3. Cartão de débito é dinheiro

Ele simplesmente nos permite transferir dinheiro da nossa conta corrente diretamente à loja ou fornecedor a quem estamos pagando.

O importante de um cartão de débito é que saibamos quanto dinheiro temos na nossa conta para tentar não gastar mais do que temos ali. Também é importante entender que o cartão de débito é bem diferente do cartão de crédito.

4. Cartão de crédito é dívida

Quando usamos cartão crédito, não compramos com nosso próprio dinheiro, é como se disséssemos "meu banco vai me emprestar o dinheiro para eu comprar agora, e vou pagar o que devo para ele na fatura ao final do mês".

Como qualquer dívida, isso significa que, se não pagarmos a fatura antes do vencimento, juros serão cobrados – ou seja, vamos acabar tendo que pagar mais do que realmente gastamos nas compras.

É fácil achar que o cartão de crédito é dinheiro nosso, mas quando recebemos a fatura e não estamos prontos para pagar, geramos uma bola de neve de dívidas. Está com este problema? Confira no site da Acordo Certo para resolver agora!

5. Parcela é dívida

Também é conhecida como carnê. É muito comum vermos, em um produto só, dois preços, né? Temos o preço normal e o preço parcelado em 2, 5, 10, 12 vezes, etc. Quando efetuamos uma compra que será paga em várias vezes, estamos parcelando. Ou seja, estamos devendo o resto do preço normal para o negócio onde compramos o produto ou serviço.

Isso quer dizer que parcela é um empréstimo, e por isso que muitas vezes falam em baixo do preço algo do tipo "10x SEM JUROS!". Então, como que pode ser um empréstimo e não possuir juros?

Muitas vezes, o negócio prefere que a gente compre mesmo que tenham que esperar 2, 5, 12 meses para ter o dinheiro de volta. Mas mesmo assim devemos prestar atenção! As empresas não cobram juros se formos pagando em tudo dia, mas assim que esquecermos uma parcela, o negócio pode e vai nos cobrar.

Com certeza é fácil esquecer depois daquela terceira parcela, não é mesmo? Já aconteceu com você e precisa de ajuda? Venha conferir na plataforma da Acordo Certo, e veja como podemos resolver juntos.

6. Crédito consignado é dívida.

O banco nos empresta o dinheiro, e nós garantimos que temos renda para pagar de volta com nossos salários e aposentadorias.

Isso quer dizer que todos as parcelas dessa dívida vão sair direto do nosso salário e da nossa aposentadoria. Parece óbvio, mas devemos ter muito cuidado porque efetivamente estaremos baixando nosso salário ou aposentadoria até o credito ser todo pago. Se você já possuir crédito consignado e a sua situação estiver ficando apertada demais, venha renegociar pela Acordo Certo agora.

7. Crédito imobiliário (financiamento de imóvel, hipoteca) é dívida.

Crédito imobiliário, mais conhecido como financiamento de imóvel, é uma maneira de parcelarmos a compra da nossa casa. Sendo um pagamento parcelado (muito grande), isso significa que é um empréstimo.

Assim como no caso do crédito consignado, é um empréstimo com garantia. Neste caso, o banco nos empresta o dinheiro para comprarmos nossa casa, e oferecemos como garantia a própria casa, que quer dizer que se não pagarmos, o banco tem direito a ela.

De início, pode parecer arriscada a ideia de garantir um empréstimo com a sua própria casa, mas pelo contrário, isso torna o empréstimo muito barato – ou seja, com juros baixos.

8. Cheque especial é dívida

Usamos cheque especial quando gastamos mais do que temos na nossa conta corrente (nossa carteira, né?). Quando isso acontece, o banco paga essa diferença, como se fosse um empréstimo. Isso nos ajuda a não nos enganar na fila do caixa, mas o cheque especial cobra juros muito altos e por isso temos que pagar o banco de volta o mais rápido possível.

Fique atento! É muito fácil isso acontecer usando nosso cartão de débito. Vale a pena ficarmos de olho na nossa conta corrente umas 3 vezes por semana (domingo, quarta-feira, e sexta-feira). Já baixou o aplicativo do seu banco? Isso ajuda muito. Precisa de ajuda com cheque especial? Venha conferir as opções pela Acordo Certo.

No dia-a-dia, temos dinheiro nas nossas contas (poupança e corrente) e dívida ao mesmo tempo. Isso é normal, e representa um equilíbrio necessário para vivermos de uma forma confortável.

Entretanto, é muito fácil perdermos o equilíbrio e acabarmos em uma situação muito apertada.

Quando isso acontece, é hora de renegociar nossas dívidas e aproveitar a oportunidade de estabelecer um equilíbrio melhor e menos custoso. Venha aproveitar a plataforma de renegociação da Acordo Certo, e vamos para frente, bem equilibrados!